No dia 30 de Novembro de 2016, os alunos da disciplina de Questões de Economia e Finanças, deslocaram – se para uma visita de estudo, com o professor Dr. Luís Lapa. Desta vez ao “Museu da Esquadrilha de Subsuperfície” e ao Submarino ARPÃO.
Professores: Luis Lapa e Alberto Jacob
No dia 30 de Novembro de 2016, os alunos da disciplina de Questões de Economia e Finanças, deslocaram – se para uma visita de estudo, com o professor Dr. Luís Lapa. Desta vez ao “Museu da Esquadrilha de Subsuperfície” e ao Submarino ARPÃO.
No dia 16 de Novembro de 2016, a turma de Questões de Economia e Finanças fizeram mais uma das suas visitas de estudo à Empresa ExporSado-Aquicultura, muito interessantes e enriquecedora. A seguir poderão ver todo o desenvolvimento desta visita.
Vídeo de Carlos Alberto Pontoal sobre esta visita
Trabalho elaborado pela aluna Odette e apoio fotográfica da aluna Glória
No 23 de maio de 2016, um grupo de 19 alunos da turma de Questões de Economia e Finanças e o professor Dr. Luís Lapa rumou ao Algarve, com uma agenda meticulosamente programada, sobre o tema “Economia do Mar”.
Foram 5 maravilhosos dias de convívio e aprendizagem da história dos sítios, das coisas e do acervo arqueológico e natural.
Texto e imagens de Odette Pugliese
Visita à Quinta do Alcube, dia 18 de maio, pelos alunos da turma de Questões de Economia e Finanças.
Trabalho da aluna Glória Silva
No passado dia 18 de maio, os alunos acompanhados do professor Dr. Luís Lapa, no âmbito da disciplina de Questões de Economia e Finanças, efetuaram uma visita de estudo ao Museu do Fuzileiro.
Visita ao Museu do Fuzileiro - 18 maio 2016
Odette Pugliese
Alunos e professor da disciplina de Questões de Economia e Finanças, visitaram no dia 27 de Abril de 2016, a Fundação Millennium BCP-Núcleo Arqueológico e o Museu do Dinheiro.
Deslocamo-nos uns através do barco do Seixal ou de Cacilhas, outros de comboio, o que tornou a viagem bastante agradável e emocionante. Depois dirigimo-nos a pé até à Fundação. Podem ler a seguir o resumo feito pela delegada de turma, Odette Pugliese, clicando no link abaixo.
No âmbito do programa de atividades da Disciplina de Questões de Economia e Finanças do Prof. Luís Lapa, realizou-se dia 20 uma aula aberta sob o tema Orçamento 2016 com uma palestra proferida pelo Dr. JOSÉ LOURENÇO (Ilustre Economista e Antigo Deputado).
- A professora Amélia Costa em nome da Unisseixal, fez a introdução e realçou a importância destas aulas abertas com a intervenção de convidados especialistas nos temas abordados.
- O professor Luís Lapa, responsável pela turma, apresentou alguns dados mais significativos do currículo do nosso convidado Dr. José Lourenço.
- De um modo muito informal e comunicativa, tendo em conta o público nesta sessão, o Dr. José Lourenço, foi abordando o tema, Orçamento para 2016, de modo a que os presentes mantiveram sempre grande interesse e vontade de intervenção por vezes incontida.
PERGUNTAS SOBRE O ORÇAMENTO DO ESTADO
1- O que é o Orçamento de Estado?
2- Como se prepara? Como se discute? Como se aprova?
3- Qual a sua validade?
4- Qual a sua dimensão em termos de PIB Nacional?
5- Quais são as rubricas que mais pesam no no Orçamento do Estado?
6- Como se financia?
7- Quais as limitação que a nossa presença na EU e na zona euro acarretam para o orçamento?
8- O que é o défice orçamental?
9- Qual a associação que existe entre o Orçamento e a nossa Divida Publica?
10- Qual a importância do Orçamento de Estado para o crescimento e desenvolvimento económico do nosso país, nomeadamente para a criação de emprego ,para o combate às desigualdades sociais?
11- O que é que distingue um Orçamento de Estado de um Governo de esquerda, do de um Governo de direita?
Dentro da linha de exposição prevista foi-nos elucidando do que é o orçamento, sua discussão, votação e envio para o Presidente da República.
Com base em quadro disponibilizado tomámos nota do peso muito considerável,46% em Despesa da Administração Pública no valor de 85.700 milhões de euros com um valor de 40% para prestações sociais (Reformas e Pensões, Apoios Sociais, Subsidio Desemprego...), com Despesas com Pessoal de 23,7%.
Financiamento do Orçamento de Estado por:
Impostos, Venda de património, Emissão de Divida……
Também foram tema:
- Pacto Orçamental e suas restrições.
- Aumento da Dívida Pública.
- Peso dos juros da dívida e situação que se poderá prever para um curto ou médio prazo.
Em debate foram apresentadas várias e pertinentes questões por alguns dos muitos presentes, às quais o Dr. José Lourenço com o seu muito conhecimento, foi respondendo e considerando também as relações entre os vários países da União Europeia, o BCE e FMI.
Por último resta-nos agradecer ao Dr. José Lourenço pela disponibilidade e ficamos desde já a aguardar com expectativa uma próxima palestra.
José Capelo
2016-04-20
No âmbito da Disciplina de Questões de Economia e Finanças, efectuámos no dia 24 de Fevereiro, uma visita de estudo ao Farol do Cabo Espichel e à Cooperativa Artesanal Pesca, em Sesimbra.
Desta visita damos registo de dois artigos da aluna Glória Silva .
Segundo alguns registos, é de crer que já antes da edificação do Farol do Cabo Espichel, ali se acendesse uma luz rudimentar (fogueira) para guia dos navegantes: Santa Maria (N.S. do Cabo) teria aparecido em 1410 no Cabo Espichel, para "acalmar o temporal e iluminar o oceano como se fosse dia"; em 1428 já existia a ermida, dois anos depois começaram os círios, e a irmandade de N. Sra. do Cabo, edificou um farolim antecessor do actual farol.
A construção do atual farol data de 1790, o que o torna um dos mais antigos da nossa costa, após a publicação do alvará pombalino com força de lei de 1758.
Pouco ou nada se sabe quanto ao material que inicialmente o equipava, mas, em 1866, sabia-se que o farol funcionava com 17 candeeiros de Argand, com refletores parabólicos, utilizando como combustível o azeite. A luz era fixa, branca.
Anos mais tarde recebeu um aparelho catóptrico de 1ª ordem, passando a emitir grupos de 4 clarões brancos.
O corpo do edifício anexo à torre, foi aumentado para ambos os lados em 1900.
Em 1926 foi eletrificado através de motores geradores que funcionavam a petróleo.
Em 1947 foi-lhe instalado, em substituição do anterior, um novo aparelho, já com painéis aeromarítimos, que desde 1940 equipava o farol do Cabo da Roca.
Trata-se de um aparelho dióptrico, catadióptrico girante de 4ª ordem, grande modelo (300 mm distância focal), que ainda hoje o equipa, e à data, com uma lâmpada de 2400 watts, 80 Volts, lhe conferia um alcance luminoso de 42 milhas. A rotação da ótica era produzida através da máquina de relojoaria.
Só em 1980 foi ligado à rede elétrica de distribuição pública, passando então a funcionar com uma lâmpada de 1000 watts, vindo a ser automatizado em finais de 1989.
LOCALIZAÇÃO: PERTO DO EXTREMO DO CABO ESPICHEL
FUNÇÃO: COSTEIRO
ESTABELECIMENTO: 1790
LATITUDE: - 38º 25',01 N
LONGITUDE: – 09º 12',89 W
ALTURA: 32 m
ALTITUDE: 168 m
ALCANCE: 26 MI (48 Km)
Visita à ARTESANALPESCA
A Artesanal Pesca marca a diferença na forma como captura o pescado, através da pesca artesanal e através de um comércio justo.
A Artesanal Pesca comercializa directamente o pescado capturado pelos barcos dos seus associados. Não há intermediários e logo a cadeia de comercialização é mais curta, e claro, mais justa o que, também beneficia o consumidor.
Actualmente, a Artesanal Pesca conta com mais de 60 funcionários em postos de trabalho directos, e congrega cerca de 400 pescadores em embarcações associadas, sendo que este número aumenta consideravelmente quando consideramos as famílias dos mesmos e actividades adjacentes.
Numa vila como Sesimbra, estes números têm um peso determinante no desenvolvimento da economia local.
A implementação da nossa estratégia representou uma revolução no sector da pesca nacional e possibilitou uma forma mais justa e sustentável de comercialização do pescado dos nossos associados. Comprar peixe à Artesanal Pesca equivale a adquirir peixe directamente ao pescador, garantindo assim os máximos níveis de frescura e qualidade.
A pesca ao Peixe-Espada Preto é exercida com o Palangre de profundidade, e é dirigida especificamente a esta espécie. Esta é uma arte de pesca passiva, sendo considerada uma das mais selectivas, e logo com menor impacto no meio ambiente, ao contrário de outras menos selectivas e mais nocivas para o ecossistema marinho. O uso da Sardinha ou Cavala inteira como isco, garante que praticamente não se capturam peixes juvenis.
A Artesanal Pesca é reconhecida pelo Peixe-Espada Preto, mas também tem associados que usam outras artes de pesca artesanal. Assumem maior relevo os que se dirigem a espécies como a Sardinha, Carapau, Cavala ou o Polvo.
No caso do pequenos pelágicos (Sardinha, Carapau e Cavala) são utilizadas redes de cerco, e as embarcações são normalmente denominadas de “cercadoras” ou traineiras.
A pesca do Polvo é feita com as artes de Armadilhas (Covos) e dos Alcatruzes, que são artes passivas e muito pouco agressivas.
O nosso objectivo é alargar a nossa estratégia de comercialização a outras espécies e a outras artes de pesca artesanais portuguesas, valorizando os produtos do mar, dignificando os pescadores artesanais e garantindo a sustentabilidade dos recursos.
2016-02-24 Glória Silva
Inclui reportagem fotográfica da nossa visita
Visita de estudo, a Sesimbra e Farol do Cabo Espichel by Slidely Slideshow
No âmbito do programa de actividades da Disciplina de Questões de Economia e Finanças, realizou-se uma aula aberta no dia 3 de fevereiro, com uma palestra proferida pelo Professor Doutor Ricardo Paes Mamede, subordinada ao tema " O QUE FAZER COM ESTE PAÍS ". A professora Amélia Costa pela Unisseixal e o professor Luís Lapa fizeram a apresentação protocolar do ilustre convidado Prof. Dr. Ricardo Paes Mamede.
Num auditório da Unisseixal, completamente lotado, o Dr. Ricardo Paes Mamede, iniciou sua palestra baseada no seu livro:
"O QUE FAZER COM ESTE PAÍS"
Realço o subtítulo: Do Pessimismo da razão Ao optimismo da vontade.
Duas preocupações centrais do livro:
I- Perceber como chegámos até aqui (crise) II- o que fazer daqui para a frente.
I- O Elevado nível da divida publica é mais um sintoma do que uma causa do problema.
Fraco desempenho da economia portuguesa principalmente no ano 2000.
Contrariar alguns mitos que podem ser negados como no caso das pensões, cuja evolução reflectem apenas a expectável, acesso ao crédito das famílias com uma percentagem normal de cobrança duvidosa, subsidio de desemprego e salários.
A EU não estava preparada para lidar com a crise.
II-Quais são os problemas? Quais são as respostas? O que fica por resolver?
Portugal tem dos níveis mais elevados de pobreza e desigualdade; mais de um milhão e duzentas mil pessoas não encontram emprego em condições; vários obstáculos estruturais da economia portuguesa.
Primeira prioridade: Fomentar o crescimento económico e a criação de emprego.
Muito fica por resolver num quadro económico que não é favorável à economia portuguesa.
Em debate final, várias foram as questões e pontos de vista colocados pelos muitos presentes no nosso auditório.
Em final o Prof. Luís Lapa deixou um agradecimento e também do livro o mote:
O Futuro está nas nossas mãos.
Pela Unisseixal a Professora Amélia Costa agradeceu a boa disponibilidade do Prof. Dr. Ricardo Paes Mamede na transmissão dos seus conhecimentos aos alunos e demais presentes nesta aula aberta.
José Capelo
No passado dia 20 de janeiro, tivemos o privilégio de receber na Unisseixal, o professor doutor Pedro Adão e Silva, docente universitário e comentador político de reconhecido mérito.
A sua preleção inserida no âmbito da disciplina de questões de economia e finanças, abordou o tema de um dos seus livros ” Os Mitos do Estado Social”.
A sua exposição foi seguida com inusitado interesse, por uma audiência, que fez transbordar o auditório da Unisseixal e que de forma ativa teve oportunidade de pôr várias questões ao orador, que com a sua simpatia a todos respondeu de forma clara.
Estamos pois de parabéns e empenhados em elevar cada vez mais o prestígio da nossa universidade, que também se vai fortalecendo com a presença de oradores de grande craveira como foi o caso.
Luís Lapa